Um homem do estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, gerou uma operação de busca internacional ao fingir sua própria morte. Ryan Borgwardt, de 45 anos, simulou um afogamento no Green Lake em agosto de 2024.
A intenção era escapulir para a Europa Oriental, onde planejava iniciar uma nova vida com uma amante do Uzbequistão. O desaparecimento mobilizou autoridades e familiares por cerca de dois meses até que eles descobriram a farsa.
Viagem pelo mundo
Após sua suposta morte, Borgwardt percorreu mais de 160 km até Madison em uma bicicleta elétrica. Seguiu para Detroit de ônibus, cruzou para o Canadá e voou para a Europa, com passagens por Paris e Geórgia.
Durante esse período, ele deixou pistas falsas para desviar a atenção das autoridades. As medidas incluíram apagar dados de um laptop e efetuar transferências financeiras para o exterior. Essas ações evidenciaram um planejamento meticuloso para dificultar a investigação.
Plano de fuga meticuloso
O plano de Borgwardt incluiu a anulação de uma vasectomia e a solicitação de novos documentos de viagem. Ainda, ele contratou um seguro de vida de alto valor para beneficiar sua família. Entretanto, o custo das buscas, que totalizou mais de US$ 50 mil, resultou numa condenação de Borgwardt a ressarcir US$ 30 mil às autoridades e cumprir 89 dias de prisão por obstrução de justiça.
Retorno à realidade
Em novembro de 2024, Borgwardt foi convencido a retornar aos Estados Unidos. Detido ao chegar, ele expressou arrependimento pelas consequências de seus atos.
Sua esposa, Emily, com quem foi casado por 22 anos, pediu o divórcio logo após seu retorno, alegando que a relação estava irrecuperável.





