A população mundial supera, desde 2022, a marca de 8 bilhões de pessoas, que vivem principalmente em áreas urbanas. Desse contingente, uma parcela significativa mantém vínculos com alguma crença religiosa.
Apesar da ampla diversidade de doutrinas religiosas no mundo, cinco concentram a maior parte dos fiéis: cristianismo, islamismo, hinduísmo, budismo e judaísmo. E vale destacar que, entre elas, a religião cristã lidera em número de adeptos, com forte presença nas Américas, Europa e África.
Inclusive, embora especialistas venham prevendo um rápido crescimento nos números islamismo para os próximos anos, uma pesquisa recente revelou que o cristianismo deve continuar sendo a religião dominante, ainda que por uma diferença mínima.
Conforme divulgado pelo portal MSN, estima-se que, até 2050, a crença pode se espalhar de forma intensiva, principalmente no território africano, o que será significativamente benéfico para seus números.
Ainda mais considerando que, de acordo com especialistas, em regiões tradicionalmente cristãs, como a Europa e grande parte das Américas, a religião deve entrar em declínio, perdendo uma quantidade significativa de adeptos.
Número de pessoas sem religião pode diminuir
O estudo revelou ainda que a elevação no número de adeptos de diferentes religiões também deriva diretamente da queda nos índices de ateus, agnósticos e não afiliados à alguma religião, cuja proporção deve diminuir a nível global.
Sendo assim, ainda que os números absolutos também apresentem aumentos, a proporção da população mundial reduzirá como um todo, caindo de 16% para 13% até o ano de 2050. E estima-se que essa redução pode ocorrer por conta de uma combinação de fatores demográficos, sociais e a busca por sentido existencial.
Especialistas apontam que os registros mais expressivos de pessoas sem religião pode se concentrar principalmente em países da Europa, principalmente em locais como os Países Baixos e a França que, por sua vez, sempre apresentaram identidades historicamente cristãs.





