O governo federal confirmou mudanças salariais que impactam diretamente profissionais da segurança pública e podem elevar a remuneração mensal para até R$ 4.800 em alguns casos. A medida já está em vigor, mas ainda depende de análise final do Congresso Nacional em pontos específicos.
A atualização foi oficializada após sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto que trata da recomposição salarial das forças de segurança do Distrito Federal. A nova lei mantém o reajuste, mesmo com vetos a trechos que ampliariam benefícios e criariam novas despesas.
Reajuste salarial entra em vigor e altera ganhos na segurança pública
Com a mudança, os salários foram corrigidos com percentuais que variam conforme a carreira. Policiais militares e bombeiros do DF tiveram aumentos entre cerca de 19% e 28%, enquanto servidores da Polícia Civil registraram reajuste superior a 27%.
Na prática, isso elevou a remuneração básica de alguns cargos. Um exemplo é o soldo de coronéis da Polícia Militar, que passou de cerca de R$ 3.195 para R$ 4.800 mensais a partir de janeiro de 2026. O valor citado corresponde à base salarial, sem considerar adicionais e gratificações.
O governo justificou os vetos afirmando que algumas propostas poderiam gerar despesas obrigatórias sem previsão orçamentária, o que contraria regras fiscais. Entre os pontos barrados estão mudanças automáticas de carreira, criação de vantagens permanentes e ajustes sem estimativa de impacto financeiro.
Os trechos vetados ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que pode decidir pela manutenção ou derrubada das alterações. Enquanto isso, o reajuste salarial aprovado segue em vigor conforme publicado no Diário Oficial da União.





