Atualmente, estima-se que entre 64 e 76 milhões de pessoas geram renda com trabalhos freelance nos Estados Unidos, o que chega a movimentar mais de US$ 1,2 trilhão por ano na economia do país.
Todavia, é fundamental ressaltar que a atuação autônoma não isenta esses profissionais de prestarem esclarecimentos às autoridades fiscais. Ainda mais considerando que o descumprimento dessas obrigações pode gerar consequências drásticas.
De acordo com o Serviço de Receita Federal (IRS), cidadãos que atuam de forma independente e recebem mais de US$ 400 líquidos anualmente são obrigados a declarar sua renda. Caso contrário, um ciclo de notificações será iniciado.
Se, mesmo após ser notificado, o trabalhador não regularizar a situação, a IRS então poderá apreender suas contas bancárias, propriedades e até mesmo os bens pessoais sem precisar de nenhum tipo de ordem judicial.
Por ser um valor baixo, o limite de US$ 400 é extremamente simples de ser ultrapassado. Por conta disso, os cidadãos devem se atentar a todos os seus ganhos oriundos de serviços independentes para evitar problemas fiscais.
Como evitar a perda de contas e bens nos EUA
Conforme divulgado pelo portal El Cronista, a medida pode atingir tanto trabalhadores que exercem atividades por meio de plataformas digitais, como Uber, DoorDash, Lyft, Grubhub e Airbnb, quanto aqueles que atuam integralmente de maneira independente.
E para evitar possíveis impactos em suas contas e bens, é essencial que esses contribuintes realizem o correto registro de seus rendimentos autônomos e observem atentamente os prazos da declaração do Imposto de Renda.
Além disso, quem trabalha como freelance nos EUA ainda precisa se lembrar de pagar o imposto para autônomos sem se esquecer que, em caso de rendimentos constantes, é ideal efetuar os pagamentos estimados a cada trimestre. Dessa forma, será possível a regularidade fiscal perante o fisco americano e, assim, se desvencilhar de penalidades.





