Em um estudo da Universidade de Harvard, cientistas constataram que o consumo de nozes, populares nas festividades de fim de ano, pode estar associado a uma vida mais longa. De acordo com a pesquisa, esses frutos são ricos em ômega-3, antioxidantes e fibras, e foram estudados por seus potenciais benefícios à saúde ao longo de duas décadas.
As nozes e castanhas são um componente tradicional da ceia de Natal em muitas culturas, simbolizando prosperidade e fartura. A Bíblia também menciona as nozes (amêndoas e pistaches) como itens preciosos e usados como presente, como em Gênesis 43:11.
O estudo monitorou 67 mil mulheres e 26 mil homens entre 1998 e 2018. Foi demonstrado que o consumo regular de nozes está ligado a uma redução de 14% no risco de morte por qualquer causa e de 25% no risco de doenças cardíacas. Um punhado de nozes por semana não só favorece a saúde do coração, mas também pode aumentar a expectativa de vida em até 1,3 anos.
Benefícios comprovados das nozes
As nozes são eficazes na redução do colesterol “ruim” (LDL) e no aumento do colesterol “bom” (HDL), principalmente graças ao ômega-3. Além disso, esses frutos beneficiam o cérebro, prevenindo doenças neurodegenerativas com seus antioxidantes e polifenóis que inibem inflamações e radicais livres.
O consumo de nozes também é benéfico para o controle do açúcar no sangue devido ao seu baixo índice glicêmico, sendo uma potente aliada na dieta de pessoas com diabetes. As fibras presentes auxiliam na digestão e na saúde intestinal, enquanto suas proteínas e gorduras saudáveis aumentam a saciedade, ajudando na manutenção do peso.
Como incluir nozes no dia a dia
As nozes podem ser consumidas cruas, torradas ou incorporadas em diversas receitas, como bolos e saladas. A recomendação diária é de 28 gramas, cerca de 5 a 6 nozes, para usufruir seus benefícios sem exceder na ingestão calórica.
Entretanto, as nozes são contraindicadas para quem tem alergias a oleaginosas e podem ter efeitos adversos se ingeridas em excesso. Portanto, pessoas com condições médicas específicas devem consultar um profissional de saúde antes de alterar significativamente seus hábitos alimentares.





