O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou um reajuste para 2026 que afeta milhões de brasileiros. Desde 1º de janeiro, os benefícios acima do salário mínimo aumentaram 3,9%, com o teto máximo alcançando R$ 8.475,55.
O piso previdenciário agora está alinhado ao novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00. Essas medidas visam preservar o poder de compra dos segurados do INSS.
Para garantir o financiamento das aposentadorias e pensões, as contribuições ao INSS também foram ajustadas. As alíquotas de contribuição variam de 7,5% a 14%, conforme as faixas salariais definidas.
A contribuição ao INSS é determinada pelas seguintes faixas salariais:
- 7,5% para aqueles que ganham até R$ 1.621,00.
- 9% para quem recebe de R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84.
- 12% para rendimentos entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27.
- 14% para quem ganha entre R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55.
Essas alíquotas são essenciais para o financiamento das aposentadorias e pensões. O pagamento dos benefícios reajustados acima do piso começará em fevereiro, com valores retroativos a janeiro.
Ferramentas de consulta
Os beneficiários do piso previdenciário receberão seus pagamentos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro. Já aqueles que recebem acima do piso sentirão o reajuste nas folhas de fevereiro. As datas específicas de pagamento variam conforme o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito.
O INSS disponibiliza ferramentas digitais como o aplicativo e o site Meu INSS para consulta do extrato de benefício e do calendário de pagamento. Essa acessibilidade permite aos segurados acompanhar de perto as atualizações e planejar suas finanças com mais precisão.





