A aproximação do Brasil com Rússia e China pode causar algumas consequências ao país comandado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por sinal, compras da Defesa brasileira podem ser afetadas, como a aquisição recente de helicópteros para operar na Amazônia.
A relação com os Estados Unidos se vê em queda em meio a aproximação com Rússia e China. As Forças Armadas podem sofrer um prejuízo, como o projeto de submarinos com a França e os caças suecos.
De acordo com informações divulgadas pela Gazeta do Povo, tudo isso pode acabar tendo um efeito negativo geral para o Brasil. O Alto Comando do Exército já está ciente das dificuldades futuras em meio a disputa entre Lula e Trump.
Em entrevista À fonte citada, Pedro Luiz Augusto Módolo, doutor em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo, diz que: “A aproximação com China e Rússia, impulsionada por afinidades ideológicas do governo Lula, do PT e estimulada por figuras influentes no entorno presidencial, já se reflete em iniciativas concretas, como o assédio de empresas desses países à indústria militar brasileira e do risco de não fornecimento de materiais e itens de defesa ao Brasil por alianças ocidentais”.
Por conta das turbulências com o governo estadunidense e a aproximação com os países considerados “antiocidentais”, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, falou sobre o assunto na última quinta-feira (14), na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado.
Ainda em contato com a Gazeta do Povo, a ex-deputada federal Silvia Waiãpi, reforçou o efeito nas Forças Armadas:“Os Estados Unidos têm muito mais poderio bélico que nós, temos as Forças Armadas sucateadas neste momento e o governo Lula mantém sua postura de afronta aos Estados Unidos. Se aliando a russos e chineses, coloca projetos e a própria Defesa em alerta e em perigo.





