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Medicamento japonês é capaz de curar dentes podres e melhorar a saúde bucal

Por Julia da Silva
21/09/2025
Medicamento japonês é capaz de curar dentes podres e melhorar a saúde bucal

Créditos: Freepik

Pesquisadores do Japão iniciaram testes clínicos em humanos de um tratamento inovador capaz de estimular o crescimento de dentes perdidos. Os ensaios começaram em setembro de 2024 e são conduzidos no Hospital Universitário de Kyoto e no Hospital Kitano, em Osaka.

Caso os resultados se confirmem, o medicamento poderá ser disponibilizado comercialmente até 2030, representando um avanço sem precedentes na odontologia regenerativa.

Como o medicamento que “ressuscita” os dentes funciona?

Nesta primeira fase, o estudo envolve 30 voluntários com idade entre 30 e 64 anos que tenham perdido pelo menos um dente. O principal objetivo é avaliar a segurança, a tolerância e possíveis efeitos colaterais da droga, administrada por via intravenosa.

Os testes anteriores em animais — camundongos e furões — indicaram que o tratamento é capaz de gerar dentes funcionais completos, incluindo esmalte, dentina e raiz.

O medicamento atua bloqueando a proteína USAG-1, que normalmente impede a formação de dentes adicionais. Ao desativar essa proteína, proteínas morfogenéticas ósseas (BMPs) são ativadas e estimulam células-tronco odontogênicas a formar novos dentes.

Inicialmente, a pesquisa foca em pacientes com condições congênitas como ausência de seis ou mais dentes desde o nascimento, mas a equipe prevê, no futuro, a aplicação também para pessoas que perderam dentes por cáries, doenças ou envelhecimento.

Segundo Katsu Takahashi, líder da pesquisa e chefe do departamento de odontologia do Hospital Kitano, “não existe ainda uma solução permanente para a perda dentária, mas o potencial de regeneração natural com este medicamento é animador”. Se aprovado, o tratamento poderá substituir próteses e implantes em muitos casos.

A segunda etapa do estudo deve incluir crianças com agenesia dentária, condição em que dentes não se formam desde o nascimento, permitindo avaliar a eficácia da regeneração em pacientes que mais necessitam. A expectativa é que, no futuro, a odontologia não apenas repare, mas também recupere naturalmente dentes perdidos.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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