Os países nórdicos continuam a liderar o cenário global de felicidade em 2026. A Finlândia encabeça o Relatório Mundial da Felicidade pelo nono ano consecutivo, seguida pela Islândia e Dinamarca. Esta pesquisa, realizada pelo Wellbeing Research Centre, utiliza a Escada de Cantril para medir a satisfação dos cidadãos com base na economia, saúde e governança.
A Finlândia lidera com uma alta pontuação, destacando suas políticas de educação e segurança social. Esses fatores refletem um forte compromisso com o bem-estar.
Segredo dos nórdicos para a felicidade
Os países nórdicos mantêm altos padrões de vida. Isso se deve à sua estabilidade econômica, eficiente sistema de saúde e políticas inclusivas. A governança transparente e a confiança pública são pilares dessa satisfação coletiva.
A cultura de igualdade e o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal ampliam a satisfação dos moradores. O investimento em educação e saúde pública é intenso, assegurando qualidade superior nesses serviços.
Comparando com outros países
A Costa Rica se destaca como o quarto país mais feliz, refletindo suas políticas sustentáveis. Suécia e Noruega, entre outros europeus, também figuram no ranking.
Nenhum país de língua inglesa está entre os dez primeiros, com os EUA em 23º lugar.
A metodologia empregada analisa como pessoas de 147 países classificam sua felicidade, oferecendo uma visão ampla e inclusiva da situação global.
Vida em família na Finlândia
Em 2022, a Finlândia implementou uma reforma importante em suas políticas de licença parental. Essa medida inovadora igualou os direitos de pais e mães, eliminando os termos diferenciados de “maternidade” e “paternidade”.
Cada progenitor finlandês passou a ter direito a 160 dias úteis de licença remunerada, resultando em cerca de 14 meses de licença combinada. Essa mudança visa dividir igualmente as responsabilidades de cuidado com os filhos, promovendo equidade de gênero e impulsionando a qualidade de vida no país.
A introdução da licença parental igualitária teve efeitos abrangentes na sociedade. Ao permitir que os pais compartilhem as responsabilidades de cuidado diário, a política alivia a pressão sobre as mães.





