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Não estava extinto? Cientistas encontram animal inacreditável no Acre

Por Julia da Silva
14/12/2025
Não estava extinto? Cientistas encontram animal inacreditável no Acre

Créditos: Reprodução

Uma ave que ninguém imaginava existir ganhou nome, registro científico e um alerta urgente: a sururina-da-serra, espécie recém-descrita na região da Serra do Divisor, no Acre, apresenta um comportamento tão incomum que pesquisadores já a comparam ao emblemático dodô, extinto no século XVII.

A descoberta, liderada pelo biólogo Ricardo Plácido, revela que o animal simplesmente não reconhece humanos como ameaça — um traço que, segundo especialistas, pode colocar sua sobrevivência em risco.

O comportamento que acendeu o alerta científico

Encontrada entre 310 e 435 metros de altitude, a sururina-da-serra responde rapidamente a sons, se aproxima sem hesitar e atravessa clareiras do sub-bosque sem qualquer postura de vigilância.

Em todas as interações registradas no estudo, indivíduos se aproximaram dos pesquisadores após poucos minutos de playback sonoro, demonstrando completa ausência de fuga. O comportamento, raro entre tinamídeos — família conhecida por aves extremamente ariscas — pode estar ligado ao isolamento em áreas montanhosas onde a caça não é praticada por comunidades locais.

O estudo estima uma população de cerca de 2,1 mil indivíduos, todos restritos ao maciço montanhoso que se estende entre o Brasil e o Peru. Com solo raso, encostas estreitas e forte dependência da estrutura montanhosa, a espécie se torna vulnerável a mudanças ambientais, incêndios e pressões decorrentes de futuros projetos de infraestrutura.

Plácido reforça que a analogia com o dodô funciona como ferramenta de conscientização. Assim como a ave extinta, a sururina não percebe o ser humano como predador — um risco em áreas onde o turismo desordenado ou a exploração inadequada podem gerar aproximações excessivas.

Embora a região seja um Parque Nacional, o pesquisador defende ações permanentes de manejo, capacitação local e vigilância para garantir a proteção da espécie.

A descoberta também destaca a singularidade da Serra do Divisor, considerada um dos pontos mais importantes para a observação de aves na Amazônia.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Julia da Silva

Julia da Silva

Jornalista com experiência em textos jornalísticos e de redação criativa, interessada pelo mundo e por boas histórias.

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