Pode parecer improvável, mas aquele micro-ondas esquecido no canto da cozinha pode esconder um verdadeiro tesouro: ouro de 22 quilates.
O metal precioso está presente em componentes internos como contatos de relés, conectores e placas eletrônicas, aplicados em camadas ultrafinas para garantir conexões elétricas estáveis, mesmo sob calor intenso e uso contínuo.
Luxo ou tecnologia? Entenda uso de ouro em micro-ondas
O uso do ouro em aparelhos domésticos não é apenas um capricho tecnológico. O metal é altamente condutor e praticamente imune à oxidação, o que o torna essencial para o funcionamento confiável de dispositivos eletrônicos.
Por isso, além do micro-ondas, itens como televisores antigos, computadores, celulares e rádios também abrigam pequenas quantidades de ouro puro em seus circuitos e chips.
Muitos não imaginam que o lixo eletrônico pode esconder tanto valor. A reciclagem desses aparelhos, quando feita por empresas especializadas, permite recuperar metais nobres como ouro, prata e cobre — uma prática que une lucro e sustentabilidade.
Algumas centrais de reciclagem, inclusive, oferecem pagamento por equipamentos fora de uso, principalmente os mais antigos, que costumam conter mais material precioso.
Mas atenção: tentar extrair o ouro em casa não é uma boa ideia. O processo é técnico, envolve produtos químicos e exige equipamentos adequados para evitar riscos à saúde e ao meio ambiente.
A melhor alternativa é separar seus eletrodomésticos e eletrônicos quebrados e encaminhá-los a pontos de coleta confiáveis na sua cidade. Assim, você contribui para a preservação ambiental, evita o descarte irregular e ainda pode transformar sucata em uma fonte de renda extra.
Agora já sabe: se tive um micro-ondas velho parado em casa ou está pensando em trocar o seu atual por um novo, procure formas de extrair o ouro 22 quilates escondido nas engrenagens deste aparelho antes descartá-lo totalmente.





