Lionel Messi é amplamente considerado um dos maiores jogadores da história do futebol. Ao longo de sua carreira, marcada por títulos e recordes, o argentino encantou o mundo com seu estilo de jogo único. Mas, assim como todo fã do esporte, ele também teve suas referências dentro de campo.
Em entrevista concedida à FIFA quando ainda atuava pelo Barcelona, Messi surpreendeu ao revelar seu maior ídolo. Ao contrário do que muitos imaginam, não foi Ronaldinho, seu mentor nos tempos de Barça, nem Cristiano Ronaldo ou Neymar, seus contemporâneos.
O jogador que mais marcou sua trajetória foi Pablo Aimar, ex-meio-campista revelado pelo River Plate e hoje integrante da comissão técnica da seleção de Portugal.
“Pablo (Aimar) é um jogador que sempre admirei. Desde que começou a jogar no River, desde que saiu. Gostei da forma como jogava […] é uma pessoa que aprecio muito”, declarou Messi na ocasião.
Além de acompanhar a carreira de Aimar como fã, Messi teve a oportunidade de enfrentá-lo nos gramados. Foram cinco confrontos diretos, nos quais o argentino venceu quatro e perdeu apenas um para o seu ídolo de infância, um momento especial que uniu admiração e competição dentro de campo.
Quem foi Pablo Aimar
Pablo Aimar, nascido em 3 de novembro de 1979, em Río Cuarto, Argentina, é lembrado como um dos meias mais habilidosos de sua geração. Revelado pelo River Plate, destacou-se rapidamente por sua técnica refinada, visão de jogo e dribles curtos que encantavam torcedores e companheiros. Com o clube argentino, conquistou títulos nacionais e a Supercopa Sul-Americana de 1997, chamando atenção do futebol europeu.
Em 2001, transferiu-se para o Valencia, da Espanha, onde viveu o auge de sua carreira, sendo peça-chave nas campanhas vitoriosas da equipe, incluindo dois títulos da La Liga (2001–02 e 2003–04) e a UEFA Cup de 2004, consolidando-se como um dos principais articuladores do meio-campo europeu.
Após sua passagem pelo Valencia, Aimar jogou também por Benfica, em Portugal, onde também se destacou, e teve passagens mais curtas por Zaragoza e pelo futebol sul-americano, antes de se aposentar. Pela seleção argentina, participou de duas Copas do Mundo (2002 e 2006).




