O Gás do Povo expandirá seus beneficiários em janeiro de 2026, abrangendo mais 950 mil famílias. Este movimento visa substituir o antigo Auxílio Gás, atingindo um total de 15,5 milhões de famílias.
O programa é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Sob esta nova política, famílias em situação de vulnerabilidade poderão obter botijões de 13 kg gratuitamente.
Com o foco inicial nas capitais que não participaram da primeira fase, o Gás do Povo tem como objetivo alcançar todos os municípios brasileiros até março de 2026. A transição completa ocorrerá em fevereiro deste ano, com famílias previamente beneficiadas migrando automaticamente para o novo sistema.
Expansão do programa
A fase inicial da expansão inclui capitais como Aracaju, Brasília e Rio de Janeiro, que iniciarão a distribuição em janeiro. A intenção é que esse processo atinja gradualmente os 5.571 municípios ao longo de março de 2026.
As famílias elegíveis devem estar cadastradas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda per capita de até meio salário-mínimo. Prioridade é dada àquelas que também participam do Bolsa Família.
A distribuição dos benefícios ocorre através de vales-recarga, que garantem o uso correto dos recursos. Famílias podem retirar até seis botijões anuais, de acordo com a composição familiar. O governo verifica automaticamente a elegibilidade, notificando os beneficiários via aplicativos e outros meios de comunicação. Na retirada, é necessário apresentar documentos como o cartão do Bolsa Família ou da Caixa Econômica Federal.
Os beneficiários do Gás do Povo são selecionados com base em um critério automatizado, com foco em famílias altamente vulneráveis. O acesso ao benefício ocorre diretamente em revendas credenciadas, minimizando intermediários e garantindo que o gás chegue aos destinatários finais de forma eficiente.





