Pouca gente sabia, até recentemente, que a filha caçula de Steve Jobs, fundador da Apple, carregava um nome que parece ter saído de uma coincidência quase poética.
Ela se chama Eve Jobs — “Eva”, em português —, mesmo nome da personagem bíblica associada ao episódio do fruto proibido. A revelação gerou surpresa nas redes sociais e levantou debates justamente pela ligação simbólica com o icônico logo da Apple: uma maçã mordida.
Desde a criação da Apple, o logo sempre despertou interpretações ligadas à história de Adão e Eva, em que a maçã representa conhecimento, transgressão e descoberta. A descoberta de que a filha do empresário se chama Eve intensificou essas associações, embora nunca tenha havido qualquer confirmação de que a escolha tivesse motivação simbólica. Para muitos, pode ter sido apenas uma decisão pessoal ou familiar.
A vida de Eve Jobs
Hoje com 26 anos, Eve voltou a ser notícia ao protagonizar um casamento milionário com o cavaleiro olímpico Harry Charles, em uma cerimônia no interior da Inglaterra. O evento, descrito pelo New York Times como “o ápice do luxo silencioso”, contou com a presença de celebridades, atletas e nomes influentes do universo da tecnologia, incluindo a ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris.
Apesar da grandiosidade da festa, Eve não herdou parte da fortuna de cerca de US$ 10 bilhões deixada por Steve Jobs. A maior parte do patrimônio foi destinada à viúva, Laurene Powell Jobs, e à filha mais velha, Lisa Brennan-Jobs.
Os outros três filhos — Reed, Erin e Eve — ficaram de fora da divisão, decisão justificada por Laurene como um meio de estimular a independência financeira dos herdeiros e evitar a perpetuação de um “legado de riqueza”.





