Lançado pelo Banco Central do Brasil na reta final de 2020, o sistema de pagamentos instantâneos Pix vem ganhando espaço e chamando cada vez mais atenção de Portugal. Por sinal, um acordo feito entre o Braza Bank, do Brasil, e a Unicre, fez com que o sistema fosse colocado em alguns terminais de pagamento em algumas redes de varejo de Portugal, sendo grande parte nos supermercados.
Desde janeiro, a rede Continente, uma das maiores do país, começou a aceitar o Pix em 18 lojas nas regiões de Lisboa, Oeiras e Cascais. Os primeiros tesetes foram realizados e aprovados em Braga, uma das cidades com o maior número de brasileiros em Portugal. A tendência é expandir o negócio ainda mais.
A decisão conta com uma forte aprovação dos brasileiros no território portugyês. Afinal, mais de 550 mil pessoas vivem no país, sendo que algo em torno de 350 mil moram em Lisboa. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou o impacto desse público nas atividades comerciais locais.
Pix se expande em outras localidades
O Pix conta com uma conversão automática de reais para euros na hora da compra. Antes, o comprador já via o valor da compra nas duas moedas, com o IOF (0,38%) e câmbio incluídos.Nas lojas, há uma taxa e 3% do valor total.
Mesmo com o aumento da popularidade em Portugal, o Pix não vem agradando a todos. Os Estados Unidos emitiram um sinal de alerta com a prática e querem investigar mais sobre o sistema, temendo uma concorrência direta aos sistemas ligados a Visa, Mastercard e outras empresas tradicionais.





