Assim como outras variações da doença, o câncer no fígado surge de forma silenciosa, e só passa a manifestar sintomas de forma mais clara quando já está em estágios mais avançados, o que resulta em diagnósticos tardios.
Só que, felizmente, o organismo possui outros métodos de alertar que há algo de errado. E quando os problemas envolvem o fígado, as mãos podem servir como o principal sinal de alerta.
Estudos indicam que, quando as palmas das mãos apresentam uma vermelhidão persistente, localizada principalmente em regiões mais próximas ao polegar e ao dedo mínimo, elas podem estar sinalizando a presença de doenças hepáticas.
Isso ocorre pois, quando comprometido, o fígado perde a capacidade de metabolizar adequadamente alguns hormônios. Consequentemente, pequenos vasos sanguíneos na superfície da pele das mãos acabam se dilatando no processo.
É importante ressaltar que esse sinal, que surge de forma simétrica, se intensifica em momentos de calor e não causa dor, foi observado em uma parcela significativa de pacientes com cirrose hepática. Logo, sua precisão é considerada elevada.
Mãos que falam: outras alterações que indicam problemas no fígado
Vale destacar que a vermelhidão nas palmas das mãos não são o único sinal que os membros podem fornecer sobre os riscos que o fígado está correndo. De acordo com especialistas, as seguintes alterações também indicam a presença de problemas hepáticos:
- Unhas predominantemente esbranquiçadas;
- Alargamento nas pontas dos dedos;
- Endurecimento da palma das mãos;
- Coceira persistente;
- Aumento da visibilidade de pequenos vasos em forma de aranha.
Além disso, outros sinais de problemas no fígado ainda incluem inchaço na região da barriga, amarelamento da pele e olhos, perda repentina de peso, fadiga, e perda de apetite e náuseas.
Doenças no fígado também podem ser detectados com certa facilidade por meio de exames de rotina. Por conta disso, é fundamental ir ao médico regularmente para monitorar a saúde geral e, consequentemente, a do órgão.





