A saída de Pep Guardiola do Manchester City marcou o fim de uma das eras mais dominantes da história recente do futebol europeu. Após uma década no comando do clube inglês, o treinador espanhol revelou que o seu próximo desafio ainda será no City Football Group, mas como embaixador global.
Guardiola assume papel global dentro do grupo City
Como embaixador, Guardiola segue conectado ao projeto esportivo do grupo, mas sem a rotina diária intensa de um técnico de clube. A nova função terá foco em diferentes áreas estratégicas visando promover ainda mais a marca de maneira internacional, conectando o clube a mercados estrangeiros, fãs e patrocinadores.
Além disso, Guardiola também atuará como uma espécie de mentor esportivo do conglomerado, auxiliando na evolução dos modelos de jogo e no desenvolvimento de novas metodologias aplicadas ao futebol.
Decisão foi motivada por sensação de ciclo encerrado
Em sua despedida, Guardiola afirmou que a saída não aconteceu por desgaste interno ou ruptura com o clube. Segundo o treinador, a decisão partiu de uma percepção pessoal de que seu ciclo no Manchester City havia chegado ao fim.
Em sua despedida como técnico do Manchester City, o treinador destacou que não existiam motivos pontuais para ele estar deixando o comando da equipe. No entanto, no entendimento dele, era hora de deixar o clube. Agora, o que fica são os sentimentos eternos em relação ao clubes, o amor contruído ao longo dos anos e as lembranças de tudo que ele viveu no time.
A fala ajuda a explicar o caráter emocional da despedida. Guardiola passou quase uma década no comando do clube inglês e participou diretamente da transformação estrutural do City em uma das organizações esportivas mais influentes do planeta.
Durante sua passagem, o treinador acumulou títulos nacionais e internacionais, além de consolidar um modelo de jogo que redefiniu o padrão competitivo da Premier League. Ao todo, ele conquistou 20 títulos, esteve à frente da equipe durante 592 jogos e conquistou o aproveitamento de 75,8%.





