A Universidade de São Paulo (USP) estabeleceu um marco no campo da tecnologia espacial ao integrar sua inovação à missão Artemis II da NASA. Em abril de 2026, um dispositivo criado pela USP, especificamente para monitorar o sono dos astronautas, foi utilizado durante a missão que orbitou a Lua.
Esta tecnologia foi desenvolvida na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e envolveu a expertise do professor Mario Pedrazzoli.
O actígrafo, dispositivo usado no pulso, capta dados cruciais sobre padrões de sono, níveis de atividade e exposição à luz azul. Estes elementos são essenciais para regular o ciclo sono-vigília, fundamental em missões espaciais de longa duração.
O desenvolvimento da inovação foi viabilizado pela USP, sob a liderança acadêmica de profissionais especializados em cronobiologia.
Ascensão da tecnologia da USP
O desenvolvimento do actígrafo na EACH/USP foi coordenado pelo professor Mario Pedrazzoli, renomado especialista em cronobiologia. O dispositivo evoluiu em precisão e utilidade, sustentando-se como um tripé nessa área.
Com suporte formal do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fapesp ou a colaboração da Condor Instruments, sua aplicação em missões espaciais enfatiza sua eficácia.
Esses ritmos são cruciais para a saúde e eficiência das operações durante missões espaciais. Além de seu uso nos programas da NASA, o actígrafo também é aproveitado para estudos de distúrbios do sono, ampliando seu impacto na saúde pública.
A adoção do actígrafo pela NASA na missão Artemis II comprova o reconhecimento internacional da ciência brasileira. Este uso amplia o impacto das inovações do país no cenário científico global. A contribuição da USP sublinha o potencial do Brasil de se afirmar como um líder em tecnologias avançadas.





