A América do Sul já tem seus representantes garantidos na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Após a 17ª rodada das Eliminatórias, disputada na quinta-feira (4), Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela garantiram classificação direta.
Entre eles, o retorno do Paraguai chamou atenção: a equipe voltou ao Mundial após 15 anos, com um empate sem gols diante do Equador, assegurando sua vaga histórica. A última participação da “La Albirroja” havia sido na África do Sul, em 2010.
Paraguai retorna ao Mundial e reforça seu papel de carrasco do Brasil
Naquela edição, o Paraguai conquistou sua melhor campanha em Mundiais, chegando às quartas de final e terminando em oitavo lugar. A eliminação veio diante da Espanha, futura campeã, por 1 a 0, em um jogo marcado pelo pênalti desperdiçado por Óscar Cardozo.
Além das boas atuações dentro de campo, a equipe ficou marcada fora dele: Larissa Riquelme, então modelo de 25 anos, tornou-se famosa mundialmente como a “Musa da Copa”, após foto icônica com um celular entre os seios.
O Paraguai também se consolidou como um verdadeiro pesadelo para a Seleção Brasileira nas últimas décadas. Bicampeão da Copa América, o time sul-americano foi responsável por eliminações memoráveis do Brasil em mata-matas. Em 2011, o Brasil caiu nos pênaltis após empate sem gols, repetindo a história em 2015, novamente nas penalidades.
Somente em 2019 o cenário se inverteu, quando o Brasil eliminou o Paraguai nos pênaltis, encerrando uma sequência de derrotas traumáticas.
Com o retorno ao Mundial, o Paraguai se apresenta como uma ameaça histórica à Seleção Brasileira, mantendo a tradição de confrontos acirrados e partidas imprevisíveis. Para o Brasil e os demais rivais sul-americanos, o alerta está dado: enfrentar a “La Albirroja” nunca foi tarefa fácil, e a Copa do Mundo de 2026 promete reviver essa rivalidade intensa.





