Apesar de compartilharem a organização do torneio com o México e o Canadá, o ano de 2026 consolida a segunda oportunidade na qual os Estados Unidos atuam como país-sede de uma Copa do Mundo.
E é relevante destacar que os gramados norte-americanos são importantissímos para a história da Seleção Brasileira, uma vez que eles já foram palco de uma conquista histórica do time.
Afinal, vale lembrar que, na primeira vez que o país sediou o torneio, em 1994, a equipe verde e amarela conquistou o tetracampeonato e, com isso, finalmente quebrou um jejum que já se estendia por mais de duas décadas.
Comandado por Carlos Alberto Parreira na época, o time, que estava no Grupo B, ao lado de Rússia, Suécia e Camarões, reunia nomes de peso como Romário, Ronaldo Fenômeno, Dunga, Raí, Aldair, Cafu e Taffarel.
A final, disputada contra a Itália, ocorreu em 17 de julho de 1994, no estádio Rose Bowl, em Pasadena. Decidida nos pênaltis, a partida garantiu o título ao Brasil após o erro do atacante italiano Roberto Baggio, que acabou chutando a bola para fora.
Brasil está fora do grupo de maiores favoritos da Copa do Mundo de 2026
Apesar do histórico favorável nos EUA, análises estatísticas e probabilidades recentes apontam que as chances de o Brasil garantir mais um título de Copa do Mundo em 2026 não são altas, conforme apontado pelos seguintes índices:
- Supercomputador da Opta Analyst: de acordo com o avançado sistema, o time apresenta apenas 6,6% de chances de conquistar o hexacampeonato;
- Projeção da Escola de Matemática Aplicada da FGV: um estudo desenvolvido por integrantes da entidade estimou que a Seleção tem cerca de 4,68% de chance de vencer o torneio;
- Goldman Sachs: o tradicional banco de investimentos projeta que o Brasil tem por volta de 8% de chance de conquistar mais um título.





