Desde este ano de 2025, trabalhadores com carteira assinada no Brasil ganharam a oportunidade de utilizar o empréstimo consignado CLT, uma modalidade que substitui o antigo sistema de convênios restritos aos bancos associados às empresas.
Esta nova abordagem visa ampliar o acesso ao crédito, permitindo que os empregados escolham a instituição financeira com as melhores condições.
O governo relatou que mais de R$ 15,7 bilhões em contratos foram migrados para o novo sistema em um curto período, indicando uma mudança significativa no mercado. A portabilidade leva de 7 a 10 dias.
Com uma taxa de juros que, de acordo com fontes atualizadas, gira em torno de 2,76% ao mês, a modalidade oferece uma oportunidade de renegociação de dívidas a custos mais baixos.
Flexibilidade
A transformação no acesso ao crédito agora é mais ágil, com os trabalhadores podendo acessar o crédito diretamente pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.
Este sistema facilita a comparação de ofertas de diferentes instituições, garantindo que as parcelas não ultrapassem 35% da renda mensal. Essa limitação estabelece uma maior segurança financeira para os tomadores.
Os empregados também têm a opção de usar até 10% do saldo do FGTS como garantia. Em casos de demissão sem justa causa, pode-se utilizar a multa rescisória de 40% do FGTS, oferecendo mais segurança para os bancos e, consequentemente, taxas ainda mais competitivas.
Esse modelo é particularmente benéfico para aqueles que enfrentam dívidas com altos juros e buscam uma maneira econômica de saneá-las. A possibilidade de migrar contratos de crédito antigo para este novo sistema é uma vantagem-chave, trazendo taxas mais acessíveis.
Contudo, é fundamental que os trabalhadores revisem todas as ofertas disponíveis e comparem o Custo Efetivo Total (CET) para maximizar os benefícios.





