O ano de 2025 ficará marcado pelas despedidas de grandes nomes da música, literatura, televisão, esporte, política e religião. Figuras que moldaram a cultura brasileira e internacional partiram, deixando um legado que seguirá vivo na memória coletiva.
Entre as perdas mais sentidas, está Preta Gil, que morreu aos 50 anos em julho, nos Estados Unidos, após dois anos e meio de luta contra um câncer no intestino. Filha de Gilberto Gil, foi cantora, atriz, apresentadora, empresária e símbolo de resistência em pautas sociais.
Poucos tempo depois, a música se despediu de Angela Ro Ro, pioneira da MPB feminina, que morreu aos 75 anos, e de Ozzy Osbourne, lenda do heavy metal, aos 76, após sua última apresentação nos palcos. Outro ícone do samba, Arlindo Cruz, morreu em agosto, aos 66 anos, depois de anos de complicações de saúde decorrentes de um AVC hemorrágico.
Na literatura, o Brasil perdeu Luis Fernando Verissimo, cronista, humorista e autor de mais de 70 livros, que morreu em agosto, aos 88 anos. No cinema, o documentarista Silvio Tendler, conhecido como o “cineasta dos vencidos”, morreu em setembro, aos 75 anos.
A televisão e o jornalismo também viveram luto. Francisco Cuoco, galã histórico das novelas, morreu em junho, aos 91 anos. O jornalismo perdeu J.R. Guzzo, aos 82, e o esporte se despediu de Léo Batista, aos 92, narrador e primeiro apresentador do Globo Esporte.
No futebol, a tragédia atingiu o cenário internacional, o português Diogo Jota, atacante do Liverpool, morreu em julho, aos 28 anos, em um acidente de carro.
No Vaticano, a morte do Papa Francisco, aos 88 anos, representou a maior perda para a Igreja Católica em 2025. Primeiro pontífice latino-americano, ele foi lembrado pelo discurso de inclusão e pela defesa dos mais pobres.
O ano também marcou a despedida de outros nomes importantes, como o cineasta Cacá Diegues, a atriz Lúcia Alves, a cantora Nana Caymmi, o médium Divaldo Franco, além de personalidades do carnaval como Luizinho Andanças, Márcia Lage e Fábio de Mello.
2025 ficou marcado por essas perdas que deixarão saudade, não apenas pelo vazio que cada partida deixou em sua área de atuação, mas também pela lembrança de trajetórias que inspiraram milhões de pessoas. De artistas que embalaram gerações a líderes que transformaram a sociedade, suas histórias seguem vivas na memória coletiva e continuarão influenciando o Brasil e o mundo pelas próximas décadas.





