Na terça-feira, 16 de setembro, Jair Bolsonaro foi internado no Hospital DF Star, em Brasília, devido a sintomas como vômitos, tontura e queda de pressão arterial. Exames detectaram duas lesões de câncer de pele, especificamente carcinoma de células escamosas, confirmadas no diagnóstico.
Após um dia de internação, ele foi liberado no início da tarde de quarta-feira, 17 de setembro.
As lesões, localizadas no tórax e em um dos braços de Bolsonaro, foram qualificadas pela equipe médica como “precoces”. A internação seguiu-se após um mal-estar, incluindo soluços intensos.
Bolsonaro foi tratado com medicação intravenosa e hidratação, melhorando seus sintomas. No domingo anterior, 14 de setembro, ele passou por procedimento para remover oito lesões de pele como parte de uma avaliação regular.
Diagnóstico
Conforme o boletim médico, duas das oito lesões removidas apresentaram carcinoma de células escamosas in situ. O diagnóstico indica que o carcinoma está restrito à camada superficial da pele, não necessitando de cirurgia adicional, além do monitoramento periódico.
Esta condição, embora comum, ressalta a importância do acompanhamento médico contínuo devido à intensa exposição solar de Bolsonaro.
Material biológico foi coletado no procedimento do dia 14, confirmando o carcinoma. Não há evidências de que as lesões comprometam camadas mais profundas ou tenham se espalhado. O foco do tratamento reside em revisões regulares para monitorar a saúde da pele do ex-presidente.
Continuidade no acompanhamento clínico
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, condenado por envolvimento em uma trama. Apesar disso, a atenção à saúde permanece prioritária.
A necessidade de um acompanhamento clínico rigoroso se mostra imprescindível devido ao histórico médico do ex-presidente, que inclui múltiplas cirurgias após o atentado a faca de 2018.





