Apesar de afetar o cérebro, o Acidente Vascular Cerebral (AVC), que é popularmente conhecido como “derrame”, é considerado um problema cardiovascular de alto risco, já que além de resultar em sequelas graves, pode levar à morte.
A emergência surge quando o fluxo de sangue para o cérebro é interrompido, causando a morte de células do órgão. E vale ressaltar que isso pode ocorrer tanto pelo rompimento (AVC hemorrágico) quanto pelo entupimento de um vaso (isquêmico), sendo esse segundo o tipo mais comum.
Ainda mais considerando que, geralmente, ele está relacionado a fatores de risco controláveis. Entre esses riscos, especialistas destacam que o tabagismo está entre os mais perigosos, já que o cigarro danifica as artérias constantemente.
Ainda mais considerando que, para muitas pessoas, o hábito de fumar já faz parte do dia a dia. Ao entrar em contato com o organismo diariamente, toxinas presentes no produto, como a nicotina e o monóxido de carbono, elevam o risco de formação de coágulos.
Além disso, o cigarro também afeta a pressão arterial, acelerando batimentos e sobrecarregando o sistema circulatório. Por conta disso, profissionais da área da saúde ressaltam que parar de fumar é uma das principais estratégias para evitar um “derrame”.
Reduzindo riscos: como prevenir a ocorrência de um derrame
É relevante lembrar que, embora o tabagismo ocupe uma posição de destaque entre os fatores de risco dos “derrames”, o hábito não é o único. Sendo assim, além de parar de fumar, também é fundamental adotar as seguintes medidas para evitar o surgimento do problema:
- Controle da pressão arterial: monitorar a pressão frequentemente, inclusive junto a especialistas;
- Alimentação saudável: adotar uma dieta rica em frutas, verduras, fibras e alimentos com ômega-3 (como peixes) e evitar o consumo de sódio, gorduras e ultraprocessados em excesso;
- Atividade física: praticar exercícios físicos com regularidade;
- Controle de peso: manter um peso saudável para evitar o sobrepeso e a obesidade, que também são fatores de risco para AVCs;
- Álcool: evitar o consumo excessivo de álcool;
- Saúde mental: praticar técnicas para controlar o estresse e a ansiedade;
- Monitoramento: realizar exames de rotina.





