A separação entre Zé Felipe e Virgínia Fonseca, anunciada em maio de 2025, deixou de ser apenas um rompimento amoroso e se tornou um dos processos de partilha de bens mais comentados do ano.
O cantor acionou oficialmente a Justiça para esclarecer o que descreve como “pendências patrimoniais” do antigo casamento, e os valores envolvidos podem ultrapassar a marca dos R$ 200 milhões, segundo apurações de veículos como Metrópoles e Portal LeoDias.
O centro da disputa: empresas, imóveis e direitos
A ação, protocolada na 6ª Vara da Família de Goiânia, inclui pedidos de análise minuciosa do patrimônio acumulado durante os cinco anos de união sob o regime de comunhão parcial de bens.
Inicialmente, Zé Felipe requereu o bloqueio de R$ 100 milhões e a investigação dos extratos bancários da influenciadora, alegando não ter participado da administração de diversas aquisições feitas ao longo do casamento. Esses pedidos, porém, não foram atendidos de imediato pela Justiça.
O ponto da disputa é a WePink, marca de cosméticos fundada por Virgínia em 2021 e avaliada em mais de R$ 1 bilhão. Embora Zé Felipe não seja sócio da empresa, especialistas apontam que ele pode ter direito à metade dos lucros gerados no período em que os dois ainda eram casados.
Além da empresa, o processo também envolve a divisão de uma lista extensa de bens como mansões, imóveis e até o jato particular da família, avaliado em cerca de R$ 60 milhões.
Do outro lado, Virgínia prepara uma ação própria, na qual pode reivindicar participação nos direitos autorais das músicas lançadas pelo cantor, especialmente as que ganharam projeção graças à influência dela nas redes sociais.
Enquanto Zé Felipe segue em relacionamento com Ana Castela e Virgínia namora o jogador Vini Jr., a disputa judicial continua avançando — e promete marcar o desfecho financeiro de um dos ex-casais mais midiáticos do país.





