Aumento de queimadas faz sofrer animais e escurece capital paulista

Publicado em 20/08/2019, às 08h08
Tatu é socorrido por bombeiro | Reprodução / Instagram -

TNH1 com agências

"Os paulistas tiveram seu dia de rondoniense". Assim Josélia Pegorim, meteorologista do Climatempo, resume a segunda-feira, 19, marcada, para os moradores de diversas partes do Estado de São Paulo, inclusive a capital, por um céu amarelado e repleto de nuvens. Por volta das 15h, o céu se mostrava tão escuro que, para alguns, já parecia noite.

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A comparação do Estado do Sudeste com o do Norte tem um denominador comum: a fumaça proveniente de queimadas, intensificadas no país entre julho e setembro. As partículas geradas por estes incêndios explicam a cor amarelada, de tons de cinza e ocre, vista em São Paulo - não só na Grande São Paulo, como em pontos do litoral e dos Vales do Ribeira e Paraíba. Já a escuridão, segundo meteorologistas, está associada também à própria frente fria que fechou o tempo para os paulistas.

Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Animais sofrem com com fumaça (Reprodução / Instagram / CBM)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram - CBM)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)
Imagens mostram nuvem de fumaça em cidades do Sudeste (Reprodução / Instagram)

Enquanto isso, como exemplificou Pegorim, os moradores de Rondônia estão habituados a ver e a sentir os efeitos das queimadas, muitas vezes associadas ao desmatamento. Segundo dados de satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Estado é o quinto no país que mais teve focos de incêndio este ano: 5.533. Nos primeiros lugares, estão Mato Grosso (13.682); Pará (9.487); Amazonas (7.003); e Tocantins (5.751).

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