Donos de pousada e eletricista viram réus por mortes de mãe e filho eletrocutados em piscina

Publicado em 07/07/2026, às 15h57
- Foto: Reprodução/Redes Sociais

Theo Chaves

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O Ministério Público de Alagoas (MPAL) denunciou um eletricista e os dois empresários proprietários de uma pousada em Maragogi, no Litoral Norte do estado, pela morte de mãe e filho, que sofreram uma descarga elétrica na piscina do estabelecimento. O caso ocorreu no dia 6 de janeiro deste ano.

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Os três foram denunciados pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A denúncia foi recebida pela Vara de Único Ofício de Maragogi, que instaurou a ação penal e tornou os acusados réus no processo..

O caso, agora, seguirá para a fase de instrução, onde devem ser ouvidas as testemunhas e produzidas as provas.


RELEMBRE O CASO 

Luciana Klein Helfstein, 39, e do filho dela, Arthur Klein Helfstein Alves, 11, naturais de São Paulo, morreram após se afogarem na piscina de uma pousada em Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, em janeiro deste ano. A família havia chegado de São Paulo para passar férias em Alagoas e alugou um quarto na pousada.

A perícia confirmou que as mortes foram causadas por choque elétrico, provocado por uma instalação irregular de luzes ao redor da piscina.

Segundo os peritos, um “varal de luzes” estava em contato com a estrutura metálica do guarda-corpo da piscina, transmitindo uma carga de cerca de 220 volts. O local, molhado e sem proteção adequada, se tornou extremamente perigoso.

O menino teria tocado na estrutura primeiro, recebendo a descarga elétrica, e a mãe, ao tentar ajudá-lo, também foi eletrocutada. Ambos afundaram na água antes que alguém conseguisse socorrê-los.

A reportagem não conseguiu contato com os réus citados na matéria, e o espaço segue aberto para psocionamento. 

 

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