Mulher morta com um 'soco' teve também hemorragia e traumatismo abdominal, aponta laudo

Publicado em 03/09/2020, às 15h01
Reprodução -

Redação TNH1

O atestado de óbito de Eduarda Alves da Silva, de 33 anos, morta no último sábado (29) em Colônia Leopoldina, região Norte de Alagoas, apontou que a causa da morte foi por hemorragia aguda, traumatismo abdominal e ação de instrumento contundente. As informações foram passadas pela advogada Lallyne Paiva, que junto à Associação AME representa a família da vítima.

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Eduarda morreu depois de um desentendimento com o companheiro, identificado como Ricardo Felipe da Silva. Em um primeiro momento, foi divulgado que ela teria morrido depois de levar um soco. O próprio acusado gravou um vídeo após se apresentar à Polícia Civil e assumiu ter feito a agressão, mas em legítima defesa. Só que a defesa da família rebateu a versão e afirmou que Eduarda queria terminar o relacionamento e foi espancada.

A polícia ouviu testemunhas do caso na última terça-feira (1) e pode concluir o inquérito em breve. O delegado Isaías Rodrigues está à frente da investigação.  

O Ministério Público de Alagoas, através da Promotoria de Justiça de Colônia Leopoldina, se posicionou também na terça-feira (1º) pela manutenção da prisão preventiva de Ricardo Felipe da Silva.

Entenda o caso

Uma briga de casal acabou em morte na cidade de Colônia Leopoldina, Região Norte do Estado, no último final de semana.

Após uma discussão, o homem identificado como Ricardo Felipe da Silva deu um soco na região da testa da esposa, Eduarda Alves da Silva, de 33 anos. Ela chegou a ser levada ao hospital da cidade mas acabou falecendo. 

De acordo com a polícia, o marido mora em Maceió, e sempre passava os finais de semana em Colônia, cidade a 123 km da capital, e na noite deste sábado acabou se desentendeu com a esposa, e partiu para a agressão.  

O homem se apresentou na delegacia de Novo Lino nesse domingo (30) e gravou um vídeo, alegando ter reagido em legítima defesa. 

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