Polícia não descarta agiotagem no caso do assassinato de cantor

Publicado em 18/07/2017, às 17h07

Redação

Durante entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (18), na Secretaria de Segurança Pública de Alagoas, no Centro de Maceió, o delegado Eduardo Mero, responsável pelas investigações da morte do cantor alagoano Rodrigo Souza, voltou a falar sobre o assunto e destacou que nenhuma linha de apuração está descartada pela polícia, inclusive a de agiotagem, que envolveria uma suposta dívida de uma pessoa com o cantor.

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Em conversa com a reportagem do Portal TNH1, Mero disse que não queria dar detalhes sobre o inquérito, mas que todas as linhas de investigação estão sendo analisadas. “Já foram ouvidas mais de 20 pessoas sobre o caso e trabalhamos com todas as possibilidades. Não podemos adiantar nada mais que isso, porém tudo está se encaminhando. Temos que ter cautela”, informou.

No último dia 28, o delegado havia descartado a possibilidade que o cantor teria ido cobrar u, porque segundo ele, a quantia era pequena e o local dito pela vítima aos parentes seria diferente de onde aconteceu o crime. Os familiares de Rodrigo teriam passado a informação que ele havia comentado sobre uma cobrança.

O caso

Rodrigo Souza foi atingido com quatro tiros e morreu dentro do carro, no dia 24 de junho, no bairro Clima Bom, em Maceió. A esposa, identificada como Thayse Alves da Silva, de 27 anos, foi socorrida com um ferimento na coluna e levada ao Hospital Geral do Estado (HGE).

O cantor sertanejo adotou o nome artístico de Rodrigo Souza e já tinha 19 anos de carreira, parte deles em bandas como Forrozão Estrelar, Chulé de Cobra, Mel com Açaí. Há pouco tempo decidiu pela carreira solo, onde passou a se dedicar ao ‘Vanerão’, estilo de forró com letras de duplo sentido.

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