Ronda no Bairro: governo lança programa para reduzir violência nas ruas

Publicado em 04/01/2018, às 13h10

Redação

O Programa Ronda no Bairro foi lançado nesta quinta-feira (4), em Maceió, com o objetivo de reduzir a violência nas ruas da cidade. A ação contará com uma tropa dividida em trios de patrulhamento, compostos por um militar da reserva e dois da ativa, a pé, de moto e de bicicleta, em dois turnos de serviço diários, das 6h30 às 14h30 e das 14h30 às 22h30.

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O trabalho deverá ser monitorado por câmeras fixadas nos próprios militares, e as imagens das abordagens feitas por eles deverão ser armazenadas em um servidor do Instituto de Tecnologia em Informática e Informação (Itec).

Além do Jacintinho, onde ocorreu o lançamento oficial, o programa também será executado no Centro e na orla marítima. Os militares voluntários executarão suas funções no período de folga, concorrendo a oito serviços, em concordância com a Lei Estadual referente ao Serviço Voluntário Remunerado (SVR) de 8 horas.

O governador Renan Filho afirmou que os militares foram escolhidos após a realização de exames físicos e avaliação de aptidão. “Esse é um programa de proximidade, onde o militar tem que querer conversar com as pessoas, caminhar pelas ruas e ouvir os relatos, uma vez que isso é muito importante para o programa funcionar”, avaliou.

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O programa Ronda no Bairro está ligado às secretarias de Estado de Prevenção à Violência (Seprev) e da Segurança Pública (SSP) e pretende aproximar a polícia dos cidadãos, auxiliando na redução dos indicadores de criminalidade, a partir de ações de prevenção à violência.

O coronel da Reserva Remunerada Maxwell Santos, coordenador do Ronda no Bairro, acredita que o trabalho deverá integrar áreas de governo à SSP. “Esse programa deverá resgatar a comunidade e espaços de convivência mútua que estão degradados e não são utilizados pelo cidadão pela falta de segurança. Hoje mesmo, eu presenciei isso, cheguei aqui às 6h e um cidadão me disse que não traz a família para aproveitar esse local por conta da violência”, pontuou.

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