Um exemplo de como as aparências enganam e afetam até a avaliação política

Publicado em 06/02/2023, às 00h02 - Atualizado às 00h35

Redação

 

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Um texto que circula no território (ainda) livre da Internet, sem identificação do autor, dá bem a ideia de o quanto a obsessão política pode desvirtuar o discernimento das pessoas.

Abaixo transcrevemos o texto para que façamos uma reflexão neste início de semana:

“Um judeu russo foi autorizado a viajar para Israel. No aeroporto de Moscou, funcionários encontraram uma estátua de Lenin dentro de sua bagagem.
-‘O que é isso?’ perguntou o funcionário.
– ‘Ele é o camarada Lenin, que lançou as bases do socialismo e criou o futuro próspero do povo russo. Eu o levo comigo como uma memória permanente de nosso herói.
O oficial deixou-o passar sem problemas e com alguma admiração pelo seu patriotismo.
No aeroporto de Tel Aviv, perguntaram-lhe:
– O que é isso?
– Responde: é Lenin, o filho da puta bastardo que lançou as bases do socialismo que me fez deixar a Rússia. Trago esta estátua para poder cuspir nela todos os dias da minha vida.
O oficial israelense o deixou passar sem mais perguntas.
Ao se instalar em sua nova casa, colocou a estátua no meio da sala e convidou todos os amigos para jantar.
Um deles, apontando para a estátua, perguntou: ‘Quem é esse?’
Respondeu: – ‘são dez quilos de ouro maciço que eu trouxe da Rússia sem pagar imposto…”

O texto é complementado com uma análise interessante:

“A política é a capacidade de dizer a mesma coisa, de uma maneira diferente, para enganar diferentes otários, que não enxergam além de seu fanatismo.”

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