Uma constatação: a desigualdade econômica e social ainda é marcante no “Paraíso das Águas”

Publicado em 22/07/2023, às 09h47

Redação

Passou praticamente despercebida a informação de que Alagoas é um dos 13 Estados brasileiros com mais beneficiários do Bolsa Família do que de empregos formais.

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Com mais exatidão: 555.128 atendidos pelo programa assistencialista do governo federal e 392.648 trabalhadores registrados.

O semanário “Correio Alagoano” foi o único periódico que deu o destaque merecido para notícia tão relevante.

Nem é preciso ser especialista para traduzir o significado desse resultado, que é baseado em dados oficiais do governo federal: por mais que se apregoe de forma diferente, a miséria está mesmo enraizada em nossa terra.

Que os discursos otimistas, tão pródigos especialmente durante as campanhas eleitorais, sejam colocados em prática com a emergência que a situação exige.

Causa até constrangimento dizer que um dos destinos turísticos mais atrativos do Brasil, com um mercado imobiliário pujante e tantos veículos de luxo em circulação, é também um rincão com tantos miseráveis.

O decantado “Paraíso das Águas” é também o paraíso da desigualdade econômica e social.

 

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