Leinha Santana, governanta dos influenciadores Viih Tube e Eliezer, anunciou que os funcionários do casal não receberão parte da multa de R$ 350 mil paga ao Ministério Público do Trabalho, gerando polêmica após o reality show 'As Patroas'. A multa foi imposta devido a críticas sobre a forma como os empregados foram tratados durante o programa.
O reality, que envolvia competições entre os funcionários, gerou controvérsias nas redes sociais, levando o MPT a intervir. Leinha destacou que os participantes não foram obrigados a participar e que a repercussão negativa afetou diretamente os empregados, que não ganharam prêmios esperados.
A governanta defendeu os influenciadores e criticou a falta de comunicação de quem comentou o caso, afirmando que os empregados foram os mais prejudicados. Ela pediu que as pessoas ouvissem os participantes antes de formar opiniões, ressaltando que a situação foi mal interpretada.
Leinha Santana, governanta dos influenciadores Viih Tube e Eliezer, veio a público nesta quarta-feira (30) para comentar o acordo feito entre os patrões e o Ministério Público do Trabalho (MPT). Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela informou que os funcionários do casal não receberão nenhuma parcela dos R$ 350 mil pagos ao MPT. Ele também defendeu os influenciadores e criticou a forma como o caso foi interpretado pelo público.
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A multa foi aplicada a título de danos morais coletivos após a polêmica gerada pelo reality "As Patroas", lançado pelo casal no mês anterior. O programa colocava 11 funcionários da residência para competir em provas, com prêmio de R$ 20 mil ao vencedor. Entre as dinâmicas exibidas estavam desafios que envolviam procurar moedas de plástico espalhadas por diferentes cômodos, incluindo vasos sanitários e lixeiras de banheiro, o que gerou críticas nas redes sociais e motivou a atuação do MPT.
Leinha afirmou que muitos seguidores passaram a perguntar se os participantes seriam beneficiados financeiramente pelo acordo. A governanta negou a informação de forma direta. "Não, não vem nenhum real para a gente", declarou.
A funcionária também rebateu críticas feitas a ela desde o início da polêmica, quando já havia defendido publicamente a participação voluntária dos empregados no programa. "Desde que deu ruim, que aconteceu o que aconteceu com o reality, eu dei a minha cara a tapa, vim aqui e falei para vocês que ninguém estava sendo obrigado a nada, que a gente estava participando por livre e espontânea vontade, que era tudo certinho, e vocês não deram ouvido. Preferiam me atacar, falar que eu estava 'puxando o saco' do patrão, um monte de coisa que não tinha nada a ver", disse.
Confira o vídeo abaixo:
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Para Leinha, os empregados foram os mais prejudicados com o encerramento do programa. "Agora, estão falando que o dinheiro veio para nós e não veio", desabafou. "Muito pelo contrário, a gente se prejudicou, porque não ganhou o prêmio do reality e nem as coisas (recompensas que seriam oferecidas ao longo do programa) por uma coisa que não é verdade”, completou.
A governanta também criticou a postura de quem repercutiu o caso sem ouvir os próprios participantes. "Não entraram em contato para verificar. Se estivessem realmente preocupados com a gente, tinham entrado em contato, tinham ouvido a gente, mas não ouviram. Só ouviram as páginas de fofoca, os boatos", afirmou.
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