A Anvisa estabeleceu um preço máximo de R$ 803,44 para a caneta emagrecedora Ozivy, fabricada pela EMS, após a liberação da produção do medicamento de semaglutida sintética com o fim da patente do Ozempic em março.
O Ozivy, que pertence à categoria de medicamentos GLP-1, é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2 e a EMS planeja vender a caneta a um preço 30% inferior ao das opções existentes no mercado.
Embora a Anvisa tenha fixado um teto de preço, a EMS terá a liberdade de definir o valor final de venda, e os preços não incluem o ICMS, que varia conforme o estado.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) definiu o preço máximo para a caneta emagrecedora brasileira.
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Em maio, a agência já havia dado o aval para a fabricação nacional do medicamento de semaglutida sintética da fabricante EMS após o fim da patente do Ozempic, derrubada em 20 de março.
O pedido foi feito em 2023. O Ozivy faz parte dos chamados medicamentos do tipo GLP-1 e é feito à base de semaglutida, princípio ativo dos medicamentos Ozempic. Essa categoria é indicada para o tratamento da diabetes tipo 2 e é popularmente conhecida como "canetas emagrecedoras".
O teto fixado é de R$ 803,44 para as embalagens com uma caneta na dosagem de 1,34 mg/ml.
Mesmo com o teto, é a EMS quem vai definir o preço final para venda. Na última semana, o vice-presidente da farmacêutica, Marcus Sanchez, afirmou que a empresa quer a precificação em 30% inferior à das principais opções disponíveis.
Caso a venda seja de duas unidades, o valor vai a R$1.606,88. No parecer, a agência diz ter usado como base para o cálculo os preços dos medicamentos Extensior e Ozempic, que têm a mesma "indicação terapêutica e posologia aprovadas em bula que o medicamento objeto do pleito".
Os valores não incluem a alíquota de ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que varia conforme cada estado brasileiro.
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