Polícia

Após 40 dias, caso da mulher que teve dedos decepados segue sem esclarecimento

Redação TNH1 | 05/09/19 - 17h00 - Atualizado em 05/09/19 - 17h00
Arquivo TNH1

Quarenta dias já se passaram e a polícia ainda não concluiu o inquérito que investiga a ação de criminosos que deceparam dois dedos da mão da comerciante Marizete Maria de Oliveira, de 41 anos, durante um assalto em uma oficina, no município de Arapiraca, no Agreste de Alagoas.

O delegado Thales Araújo, responsável pelo caso, contou à reportagem do TNH1, na tarde desta quinta-feira, 05, que as investigações correm de maneira sigilosa e não confirmou se houve prisões ou identificação dos responsáveis pelo crime. 

"Toda e qualquer novidade sobre o caso será comunicada em uma coletiva de imprensa, ainda sem previsão para acontecer. No momento, não posso passar detalhes da apuração", limitou-se.

Anteriormente, a principal linha de investigação era de tentativa de latrocínio. A vítima revelou que dois homens invadiram a oficina no momento em que ela estava sozinha e arrancaram seus dedos sem que ela reagisse a ação, além de fazer ameaças de que iriam decepar outros dedos, a mão e ainda a estuprar.

Os bandidos só teriam deixado de violentar a mulher quando encontraram uma quantia de R$ 2 mil, que estava escondida no sutiã da vítima. Eles teriam fugido em uma motocicleta.

Retrato falado

No último mês, a Polícia Civil divulgou o retrato falado da dupla suspeita do crime com o objetivo de que a população ajudasse na identificação. Porém, até o momento, a polícia não informou oficialmente sobre prisões. 

A vítima havia revelado que um dos criminosos teria entre 23 e 34 anos, a pele branca e os olhos verdes. Segundo ela, o bandido tem uma tatuagem de estrela no pescoço, de contorno escuro e pintada de fundo azul. Já o outro seria negro e teria de 22 a 27 anos. O segundo teria uma altura aproximada de 1,45 metro a 1,55 metro e apresentava arranhões aparentemente recentes no rosto, além de usar brinco tipo argola na orelha direita.