Volume de serviços expandiu 2,3% no acumulado do ano
O setor de serviços no Brasil apresentou uma queda de 1,2% em março de 2026, após um período de estabilidade em fevereiro, com o setor de transportes liderando a retração com um recuo de 1,7%. Apesar da queda mensal, houve um crescimento de 3% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
No acumulado do ano, o volume de serviços cresceu 2,3% em comparação ao mesmo período de 2025, e nos últimos 12 meses, a alta foi de 2,8% até março de 2026. No entanto, o setor acumula uma queda de 1,7% desde outubro de 2025, com quatro meses de variação negativa nos últimos cinco.
As quedas foram generalizadas entre as cinco atividades analisadas, com destaque para o transporte rodoviário de cargas e o transporte aéreo de passageiros. O IBGE aponta que medidas para reverter essa tendência ainda são necessárias, considerando a fragilidade do setor nos últimos meses.
O setor de serviços no Brasil recuou 1,2% em março de 2026, em relação ao mês anterior, após estabilidade em fevereiro. A queda foi acompanhada por todas as cinco atividades investigadas, com destaque para transportes, com recuo de 1,7%. Em relação a igual mês de 2025, o volume de serviços teve expansão de 3% em março de 2026.
LEIA TAMBÉM
As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 2,3% frente a igual período de 2025. Já o acumulado nos últimos 12 meses aumentou 2,8% em março de 2026.
O analista da pesquisa Luiz Carlos de Almeida Junior explica que nos últimos cinco meses, foram observados um mês de estabilidade e quatro meses de variação negativa, o que faz com que o setor de serviços acumule queda de 1,7% desde outubro de 2025.
"Setorialmente, todas as cinco atividades investigadas mostraram queda na comparação com o mês imediatamente anterior. O setor de transportes foi o principal responsável pela queda observada no Brasil neste tipo de comparação. O recuo no setor foi influenciado principalmente pela queda observada no transporte rodoviário de cargas e no transporte aéreo de passageiro", disse o analista.
Segundo o IBGE, as demais quedas vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%); de informação e comunicação (-0,9%); dos outros serviços (-2%); e dos serviços prestados às famílias (-1,5%).
LEIA MAIS
+Lidas