Bell Marques fala do físico aos 73 anos e faz revelação sobre aposentadoria

Publicado em 23/04/2026, às 08h45
Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram

Por Extra Online

Bell Marques, aos 73 anos, utiliza bandanas como um símbolo de sua identidade e superstição, afirmando que sua vida melhorou desde que começou a usá-las. Ele participa de corridas de rua, onde combina sua paixão pela música e o esporte, atraindo fãs e incentivando a prática de atividades físicas.

As corridas organizadas por Marques estão programadas para várias cidades, incluindo Brasília e Campina Grande, com percursos de 5km e 10km, seguidos de apresentações musicais. Ele destaca que a interação com o público durante as corridas é uma parte importante da experiência.

Marques mantém uma rotina de treinos rigorosa, incluindo musculação e corridas, para garantir sua resistência durante os shows de carnaval, onde passa horas em cima do trio elétrico. Ele rejeita a ideia de aposentadoria, inspirando-se em artistas mais velhos que continuam ativos e afirmando que a música permanece sua prioridade principal.

Resumo gerado por IA

Para saber qual entre as 600 bandanas vai usar no dia, Bell Marques é de Lua. Ou melhor, ele depende dele ver a cara do Sol. Se o céu está aberto, predominam as cores claras. Nuvens carregadas, o negócio é apostar nas estampas mais elaboradas. E isso não é só critério para reforçar a marca registrada em shows. Agora que ele tem até evento de corrida de rua, “100% você”, lá está ele com o adereço bem amarrado antes da partida.

– Uso quase como uma proteção espiritual. Foi quando comecei a usar bandana que minha vida melhorou. E baiano gosta de superstição (risos). Além disso, é uma marca incrível. Você vê alguém de bandana e se lembra de mim – diz o cantor, de 73 anos, que corre nesta manhã no Aterro do Flamengo.

Além da passada pela Zona Sul do Rio, a corrida já tem data marcada em Brasília, dia 1° de Maio, em Palmas, dia 20 do mesmo mês, e Campina Grande, dia 7 de junho. Há percursos de 5km e de 10km. Depois, os atletas curtem um show do ex-Chiclete com Banana, e dos filhos dele, Rafa e Pipo Marques.

– Eu corro 5km para dar tempo de comer algo, tomar um banho e subir no trio para fazer o show. E faço o percurso em 25 minutos, em média. Já fiz mais rápido, mas o público gosta de correr junto comigo, paro para tirar foto, essa é a graça para incentivar todo mundo.

O perfil de atleta é antigo, já que não corre só nas provas do circuito. Ele também investe na musculação e no tênis. E não dá para esquecer que já são mais de 40 anos no carnaval baiano ficando horas em cima de um trio agitando multidão.

– Até esqueço que tenho 73 anos. Não sinto o peso da idade. E treino muito até para aguentar meu ritmo no carnaval. Fico sete horas em cima de um trio e sei que não posso sentir minhas pernas bambearem. Quando elas tremem, minha cabeça entende que estou cansado, a voz falha. Foi o mecanismo que desenvolvi.

A resistência é o que o também o faz rejeitar qualquer menção a uma possível aposentadoria. Investir nos negócios da corrida também não foi para que um dia esse lado vire um plano B.

– Quando vejo artistas que gosto na ativa, com mais de 80 anos, sinto que farei o mesmo com facilidade. Não penso em parar. A música é meu negócio principal. O que a idade vai me fazer é correr os quilômetros do percurso devagar.

Gostou? Compartilhe