Chacina em Marechal: réus pela morte de quatro jovens são condenados a mais de 90 anos

Publicado em 27/04/2026, às 14h44
Imagem meramente ilustrativa - Foto: Ilustrativa/Freepik
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Por TNH1 com informações do MP-AL

A Justiça de Alagoas condenou dois homens pela chacina que resultou na morte de quatro pessoas em Marechal Deodoro, em maio de 2020, com penas que somadas ultrapassam 90 anos de prisão.

As vítimas, todas jovens, foram mortas de forma brutal, e uma delas sobreviveu por cinco dias após ser ferida, evidenciando a gravidade do crime e a motivação torpe dos autores.

Genesson Fortunato da Silva, que já estava preso, cumprirá nove anos e nove meses, enquanto Max Welece dos Santos Silva, foragido, recebeu uma pena de 76 anos e teve o mandado de prisão preventiva mantido.

Resumo gerado por IA

A Justiça de Alagoas condenou, nessa sexta-feira (24), dois homens apontados como os autores de uma chacina que terminou com quatro pessoas mortas, em Marechal Deodoro, na Região Metropolitana de Maceió, em maio de 2020.  

Genesson Fortunato da Silva foi condenado a 14 anos e três meses de reclusão, e Max Welece dos Santos Silva recebeu como sentença final 76 anos de prisão, ambos em regime fechado. Somadas, as penas ultrapassam 90 anos. 

A vítimas da chacina foram identificadas como Kleysila Kaylane dos Santos, de 17 anos; Bruna Evelyn dos Santos, de 16 anos; Carlos Daniel dos Santos Silva, de 18 anos e José Carlos dos Santos, de 20 anos. De acordo com a denúncia, todas mortas por motivo torpe meio que impossibilitou quaisquer defesas. A única que foi socorrida e levada ao Hospital Geral do Estado, Klesyla Kaylane, atingida com um tiro na cabeça, ainda sobreviveu cinco dias.

Genesson Fortunato da Silva foi condenado a 14 anos e três meses de reclusão, mas por estar preso desde o ocorrido, teve redução de seis anos, ficando como resto a cumprir nove anos e nove meses. Ele foi preso poucos dias após o crime, posto em liberdade em fevereiro de 2021, e novamente encarcerado em março de 2022, portanto, encontrando-se no sistema prisional até a data do julgamento. Ele foi denunciado como executor de José Carlos.

Já Max Welece dos Santos Silva, que está foragido há três anos, recebeu a sentença de 76 anos de prisão e teve o mandado de prisão preventiva mantido. Nos autos consta que ele teria ido à Comarca especificamente para matar os jovens, convidou Genesson para a prática delitiva fornecendo, inclusive, a arma utilizada para matar José Carlos.

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