Corpos estranhos no nariz e ouvido de crianças: como agir sem colocar a saúde em risco

Especialista alerta sobre erros comuns dos pais e orienta quando procurar atendimento médico imediato

Publicado em 17/04/2026, às 09h15
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Por Assessoria

Objetos presos no nariz ou ouvido de crianças são situações comuns que ocorrem frequentemente em casa, podendo causar complicações se não tratadas adequadamente. A otorrinolaringologista Iêda Carvalho alerta que tentativas de remoção caseira podem agravar o problema.

Sinais de alerta incluem secreção com mau cheiro e dificuldade para respirar no nariz, além de dor e sensação de ouvido tampado no caso do ouvido. A especialista recomenda evitar o uso de objetos como pinças para a remoção, pois isso pode causar ferimentos e infecções.

Em situações de emergência, como a presença de objetos vivos ou materiais que podem expandir, o atendimento médico deve ser imediato. A prevenção é fundamental, com a necessidade de supervisionar brincadeiras e manter pequenos objetos fora do alcance das crianças.

Resumo gerado por IA

Situações envolvendo objetos presos no nariz ou ouvido de crianças são mais comuns do que se imagina e costumam acontecer dentro de casa, durante momentos de distração. Pequenos brinquedos, miçangas, pedaços de papel e até alimentos estão entre os itens mais frequentemente encontrados pelos especialistas.

De acordo com a otorrinolaringologista Iêda Carvalho, a principal recomendação é manter a calma e evitar tentativas caseiras de remoção, que podem agravar o problema. “É muito comum que, na tentativa de ajudar, os responsáveis acabem empurrando ainda mais o objeto ou causando lesões na criança”, explica.

No caso do nariz, sinais como secreção com mau cheiro, dificuldade para respirar por uma das narinas e incômodo persistente podem indicar a presença de um corpo estranho. Já no ouvido, dor, sensação de ouvido tampado, diminuição da audição ou até irritabilidade na criança são sinais de alerta.

A especialista reforça que o uso de pinças, hastes flexíveis ou qualquer outro objeto sem orientação médica deve ser evitado. “Essas práticas aumentam o risco de ferimentos, infecções e até complicações mais sérias. O ideal é procurar um atendimento especializado para a remoção segura”, orienta a médica.

Outro ponto importante é a urgência em casos específicos. Quando há suspeita de objetos vivos no ouvido, como insetos, ou materiais que podem expandir, como grãos, o atendimento deve ser imediato.

Além disso, a prevenção ainda é o melhor caminho. Manter objetos pequenos fora do alcance, supervisionar brincadeiras e orientar as crianças sobre os riscos são atitudes essenciais para evitar esse tipo de ocorrência.

“Com informação e cuidado, é possível evitar acidentes e garantir mais segurança no dia a dia das crianças”, finaliza Iêda Carvalho.

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