Alagoas

Decreto: 56 cidades alagoanas estão em situação de emergência; veja lista

TNH1 | 05/07/22 - 08h46
Divulgação/Governo de Alagoas

Foi publicado no Diário Oficial do Estado dessa segunda, 04, a ampliação do número de municípios alagoanos em situação de emergência por consequência das chuvas intensas que castigam o estado desde a última semana. Ao todo, 56 cidades estão inseridas no novo decreto.

Em comparação com a última atualização, que havia sido divulgada no sábado, 02, houve a inclusão de cinco cidades: Chã Preta, Colônia Leopoldina, Dois Riachos, Feira Grande e Porto de Pedras. "Fica declarada a situação anormal, caracterizada como Situação de Emergência, em razão das Chuvas Intensas, por um período de 180 (cento e oitenta) dias", consta em trecho do decreto.

Veja a lista de todos os municípios:

  1. Atalaia
  2. Barra de Santo Antônio
  3. Barra de São Miguel
  4. Belém
  5. Branquinha
  6. Cacimbinhas
  7. Cajueiro
  8. Capela
  9. Chã Preta
  10. Coité do Nóia
  11. Colônia Leopoldina
  12. Coqueiro Seco
  13. Coruripe
  14. Craíbas
  15. Dois Riachos
  16. Feira Grande
  17. Feliz Deserto
  18. Girau do Ponciano
  19. Igreja Nova
  20. Jacuípe
  21. Jequiá da Praia
  22. Jundiá
  23. Limoeiro de Anadia
  24. Maceió
  25. Major Isidoro
  26. Maragogi
  27. Marechal Deodoro
  28. Matriz de Camaragibe
  29. Murici
  30. Palmeira dos Índios
  31. Pão de Açúcar
  32. Paripueira
  33. Paulo Jacinto
  34. Penedo
  35. Piaçabuçu
  36. Pilar
  37. Porto Calvo
  38. Porto de Pedras
  39. Porto Real do Colégio
  40. Quebrangulo
  41. Rio Largo
  42. Roteiro
  43. Santa Luzia do Norte
  44. Santana do Mundaú
  45. São Brás
  46. São José da Laje
  47. São Luís do Quitunde
  48. São Miguel dos Campos
  49. São Miguel dos Milagres
  50. Satuba
  51. Taquarana
  52. Tanque d'Arca
  53. Teotônio Vilela
  54. Traipu
  55. União dos Palmares
  56. Viçosa

Para a nova decisão, o Estado considerou o aumento das precipitações pluviométricas e os impactos decorrentes dele, com danos humanos, materiais e ambientais, assim como os prejuízos públicos e prejuízos privados.

O governo também levou em consideração os relatórios das condições meteorológicas, elaborado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), e o Parecer Técnico elaborado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Alagoas.