Dois policiais civis e empresário são presos por suspeita de sequestro e morte em Coruripe

Publicado em 25/07/2026, às 10h52 - Atualizado às 11h10
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Por TNH1

Dois policiais civis e um empresário foram presos neste sábado (25) suspeitos de envolvimento no sequestro e na morte de Rogério Homem de Andrade Barros Carício, de 43 anos, encontrado morto em Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas. Duas prisões ocorreram em Coruripe e uma em Arapiraca.

Rogério foi abordado por homens vestidos como policiais civis, algemado e colocado em um carro descaracterizado. Cerca de 24 horas depois, ele foi encontrado morto com sinais de tortura em uma estrada de barro.

Segundo a investigação, o empresário morto cumpria pena no regime semiaberto por envolvimento em um furto a carro-forte ocorrido em João Pessoa (PB), em 2014. A Polícia Civil apura a participação dos presos no crime.

Resumo gerado por IA

Dois policiais civis e um empresário foram presos neste sábado (25) suspeitos de envolvimento no sequestro e na morte de Rogério Homem de Andrade Barros Carício, de 43 anos, encontrado morto em Coruripe, no Litoral Sul de Alagoas, na madrugada da última terça-feira (21).

Informações apuradas pelo TNH1 e pela TV Pajuçara apontam que duas das prisões foram realizadas em Coruripe e a terceira em Arapiraca. Até o momento, as identidades dos presos e os detalhes sobre a participação de cada um no crime não foram divulgados.

Rogério foi abordado ao sair de uma farmácia, algemado e colocado em um carro descaracterizado por homens vestidos como policiais civis. Cerca de 24 horas depois, o corpo dele foi encontrado com sinais de tortura em uma estrada de barro no município.

No dia em que o corpo foi localizado, a Polícia Civil afirmou que não havia participação de agentes da corporação na abordagem.

Desde já, destacar que não foi ação da polícia. Tratam-se de criminosos que se passavam por policiais", declarou, à época, o delegado João Marcello.

Quatro dias depois, no entanto, dois policiais civis passaram a figurar entre os presos na investigação. A Polícia Civil ainda não informou qual teria sido a participação deles no crime nem se os agentes estavam em serviço no momento dos fatos.

Rogério cumpria pena por furto a carro-forte

O empresário cumpria pena no regime semiaberto por envolvimento em um furto a carro-forte ocorrido em João Pessoa (PB), em 2014. A condenação foi definida em 2019.

Segundo o delegado João Marcello, Rogério também possuía antecedentes por crimes como porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas, receptação e uso de documento falso.

A Polícia Civil ainda apura a possível utilização de veículos alugados por terceiros que poderiam ter sido usados em práticas criminosas na região.

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