Empresário morto em Coruripe: polícia nega ação e diz que criminosos se passaram por agentes

Publicado em 21/07/2026, às 12h51
Cortesia ao TNH1
Cortesia ao TNH1

Por Gabriel Amorim

O delegado João Marcello negou que policiais civis tenham participado da abordagem ao empresário Rogério Homem de Andrade Barros Carício, de 43 anos, encontrado morto em Coruripe na madrugada desta terça-feira (21). Segundo ele, homens que se passaram por agentes da corporação cometeram o crime.

Rogério foi abordado ao sair de uma farmácia, algemado e colocado em um carro descaracterizado. Cerca de 24 horas depois, o corpo dele foi encontrado com sinais de tortura em uma estrada de barro no município.

Desde já, destacar que não foi ação da polícia. Tratam-se de criminosos que se passavam por policiais", afirmou o delegado.

A Polícia Civil trabalha, ao menos, com a participação de três suspeitos, que seguem sem identificação e foragidos. Além do homicídio, eles também deverão responder por usurpação de função pública, por terem se passado por policiais civis.

Arquivo

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A Polícia Civil também apura se o empresário alugava veículos que teriam sido utilizados por terceiros na prática de crimes em Coruripe.

O delegado informou ainda que Rogério possuía antecedentes criminais por crimes como porte ilegal de arma de fogo, assalto a carro-forte, tráfico de drogas, receptação e uso de documento falso.

No momento é muito precoce indicar qualquer linha investigativa, mas o que se sabe é que a vítima também possuía antecedentes criminais, como porte ilegal de arma de fogo, assalto a carro-forte, tráfico de drogas, receptação, uso de documentação falsa, entre outros", disse o delegado Douglas Rocha.

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