O delegado João Marcello negou que policiais civis tenham participado da abordagem ao empresário Rogério Homem de Andrade Barros Carício, de 43 anos, encontrado morto em Coruripe na madrugada desta terça-feira (21). Segundo ele, homens que se passaram por agentes da corporação cometeram o crime.
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Rogério foi abordado ao sair de uma farmácia, algemado e colocado em um carro descaracterizado. Cerca de 24 horas depois, o corpo dele foi encontrado com sinais de tortura em uma estrada de barro no município.
Desde já, destacar que não foi ação da polícia. Tratam-se de criminosos que se passavam por policiais", afirmou o delegado.
A Polícia Civil trabalha, ao menos, com a participação de três suspeitos, que seguem sem identificação e foragidos. Além do homicídio, eles também deverão responder por usurpação de função pública, por terem se passado por policiais civis.
Empresário pode ter locado carros para bandidos
A Polícia Civil também apura se o empresário alugava veículos que teriam sido utilizados por terceiros na prática de crimes em Coruripe.
O delegado informou ainda que Rogério possuía antecedentes criminais por crimes como porte ilegal de arma de fogo, assalto a carro-forte, tráfico de drogas, receptação e uso de documento falso.
No momento é muito precoce indicar qualquer linha investigativa, mas o que se sabe é que a vítima também possuía antecedentes criminais, como porte ilegal de arma de fogo, assalto a carro-forte, tráfico de drogas, receptação, uso de documentação falsa, entre outros", disse o delegado Douglas Rocha.