Eclipse lunar no Brasil: veja horários das fases que a lua "apagará"

Fenômeno astronômico acontece entre os dias 27 e 28, com sua fase parcial iniciando às 23h33 no horário de Brasília

Publicado em 20/08/2026, às 09h45
Freepik/Magnific
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Por CNN Brasil

Um eclipse lunar ocorrerá entre os dias 27 e 28 de agosto, visível em todo o Brasil, com a fase parcial começando às 23h33 e terminando às 2h51 do dia seguinte, segundo o astrônomo Emerson Roberto Perez.

Durante o fenômeno, a Lua pode apresentar uma coloração avermelhada, conhecida como 'Lua de Sangue', devido à posição da Terra entre o Sol e a Lua, que filtra a luz solar.

O astrônomo recomenda que os entusiastas da astronomia busquem locais com boa visibilidade e pouca poluição luminosa para melhor apreciação do eclipse.

Resumo gerado por IA

Um eclipse lunar vai acontecer entre os dias 27 e 28 de agosto e todos no Brasil poderão observar. Segundo o astrônomo Emerson Roberto Perez, o início da fase parcial do eclipse será às 23h33 do dia 27 e termina às 2h51 do dia 28, no horário de Brasília.

Em entrevista à CNN Brasil, o astrônomo especificou a porcentagem do satélite que será coberta pela sombra da Terra em cada horário. Veja:

O fenômeno poderá ser visto por qualquer pessoa no Brasil.

O astrônomo explicou à CNN Brasil que existe a possibilidade de a Lua assumir uma coloração mais avermelhada, fenômeno conhecido como “Lua de Sangue”.

Como o eclipse será visível em todo o país, Emerson recomenda que os amantes da astronomia procurem locais com boa visibilidade do céu e pouca ou nenhuma interferência da iluminação das cidades.

Por que a Lua fica vermelha?

A coloração avermelhada ocorre porque a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, bloqueando a luz direta. Parte da luz solar atravessa a atmosfera terrestre antes de atingir a superfície lunar.

“Da mesma forma como a gente observa o Sol avermelhado quando ele está no horizonte, isso acontece porque ele está atravessando uma camada maior de área. Ele deixa de ser, digamos, amarelado e ele fica mais avermelhado, porque a nossa atmosfera espalha essa luz azul”, explica o astrônomo Thiago Gonçalves.

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