Uma operação policial em Maceió resultou na localização de dois suspeitos do assassinato da advogada Ana Walesca do Nascimento Gomes, que foi morta a tiros enquanto passeava com seu cachorro. Durante o confronto, um dos suspeitos foi baleado e morreu, enquanto o outro foi preso.
Os suspeitos reagiram à abordagem policial, iniciando um tiroteio que culminou na morte de um deles. A polícia investiga se a advogada foi confundida com a esposa de um traficante ou se sua morte foi uma retaliação por ser filha de um policial.
Uma coletiva de imprensa está prevista para fornecer mais detalhes sobre a operação e os materiais apreendidos. A investigação continua com o depoimento de testemunhas e a análise de imagens de câmeras de segurança para elucidar o caso.
Uma operação das forças de segurança resultou na localização de dois suspeitos de matar a tiros a advogada Ana Walesca do Nascimento Gomes, no Benedito Bentes, em Maceió, enquanto ela passeava com o cachorro na noite de terça-feira (18). Um deles morreu baleado e o outro foi preso depois de um confronto armado. A informação foi confirmada pela polícia durante o programa Balanço Geral Alagoas, da TV Pajuçara, nesta quinta-feira (20).
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Os homens tratados como alvo da operação teriam reagido à chegada dos policiais e atirado contra eles, o que teria ocasionado o tiroteio. Um foi atingido e não resistiu aos ferimentos. Já o outro foi capturado e levado à delegacia para prestar esclarecimentos.
A Polícia Civil não informou o endereço onde a dupla foi alcançada, mas uma coletiva de imprensa deve ser realizada no decorrer do dia para o fornecimento de mais detalhes da operação e do material apreendido com os dois suspeitos do crime contra Ana Walesca.
As linhas de investigação da morte da advogada continuam as mesmas até o momento. A polícia apura se ela foi morta por engano, ao supostamente ter sido confundida com a mulher de um traficante rival do grupo que atua no tráfico de drogas da comunidade "Mocambo"; ou se ela foi executada de forma proposital, por ser filha de um policial civil, como represália.
Testemunhas já foram ouvidas e outras pessoas devem ser intimadas a depor. Imagens de câmeras de segurança também seguem sob análise para o esclarecimento do homicídio.
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