Brasil

Edson Celulari posta foto em rede social e agradece apoio de fãs

06/07/16 - 08h20 - Atualizado em 06/07/16 - 08h20
Reprodução

O ator Edson Celulari, de 58 anos, postou neste domingo (3) uma foto em sua conta no Instagram e agradeceu aos fãs pelo apoio. "Muito obrigado a todos que oraram, torceram e pediram por mim. A manifestação de vocês foi emocionante e está me fortalecendo. A luta continua e a vitória, cada dia mais próxima.", disse.

Celulari confirmou no último dia 20 de junho que foi diagnosticado com um linfoma não-Hodgkin, tipo de câncer que afeta o sistema de defesa do organismo. Três horas após ser postada, a foto teve mais de 25 mil curtidas, além de 1,6 mil comentários.

O linfoma não-Hodgkin

Há mais de 20 tipos de diferentes de linfomas não-Hodgkin, doença que já atingiu, por exemplo, personalidades com a presidente afastada Dilma Rousseff, o ator Reynaldo Gianecchini e o governador licenciado do Rio, Luiz Fernando Pezão.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lista os seguintes sintomas do linfoma não-Hodgkin: aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada.

Na maioria dos casos, o tratamento é feito com quimioterapia, radioterapia ou ambos. De acordo com o Inca, o Brasil deve registrar 10.240 casos de linfoma não-Hodgkin em 2016, com incidência maior em homens do que em mulheres.

Linfomas não têm, maioria das vezes, causa específica que contribua para seu surgimento, como é o caso, por exemplo, do câncer de pulmão, que tem no fumo um agente catalisador.

Linfoma Hodgkin x não-Hodgkin

Estima-se que os linfomas sejam a nona ou décima ocorrência de câncer no Brasil, variando de acordo com a região do país. Os linfomas são divididos em dois grandes subtipos: os Hodgkin e os não-Hodgkin, porque possuem células com características diferentes.

Os não-Hodgkin são mais comuns, acometendo cerca de 80% dos pacientes. Os Hogdkin atingem apenas 20% do total de pessoas que têm linfoma e costuma ser mais frequente nos dois extremos da vida, principalmente pacientes jovens e os mais velhos.