Fernando Sastre foi condenado a 17 anos, um mês e 10 dias de prisão por homicídio doloso, após causar um acidente que resultou na morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana em São Paulo.
O empresário admitiu ter consumido álcool antes de dirigir e sua defesa argumentou pela desclassificação do crime para homicídio culposo, mas a tese foi rejeitada pelo júri.
A defesa já apresentou recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo, enquanto a família da vítima expressou satisfação com a condenação, considerando-a um reconhecimento da luta pela justiça.
O empresário Fernando Sastre, responsável pelo acidente com um Porsche que matou o motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, foi condenado a 17 anos, um mês e 10 dias de prisão por homicídio doloso. A sentença foi definida em julgamento que acabou na madrugada desta sexta-feira (30).
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Além da condenação de Sastre, a namorada dele, Giovana, também vai ter que pagar 10 salários mínimos por não comparecer a audiência no horário previsto na quarta-feira.
Após a leitura da sentença, o advogado Eugênio Malavasi afirmou que considera a decisão dos jurados contrária às provas apresentadas durante o julgamento. O advogado disse que já apresentou recurso de apelação e que pretende levar a discussão ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Segundo ele, a defesa sustentou duas teses durante o julgamento: a desclassificação do homicídio doloso para culposo, quando não há intenção de matar nem assunção do risco, e o afastamento da qualificadora de perigo comum.