Alagoas

Energia residencial vai ficar 6,53% mais cara em Alagoas a partir de 3 de maio

TNH1 com Aneel | 27/04/21 - 16h56 - Atualizado em 27/04/21 - 17h26
Agência Brasil

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, 27, o reajuste tarifário de 2021 da Equatorial Alagoas Distribuidora de energia, que atende cerca de 1,17 milhão de unidades consumidoras em Alagoas. As novas tarifas entram em vigor no dia 3 de maio.

Para consumidores residenciais, o aumento é de 6,53%. Empresas de baixa tensão terão reajuste de 7,02%, e de alta tensão, 13,3%. O efeito médio para o consumidor é de 8,62%.

De acordo com a Aneel, o conjunto de ações tomadas para mitigar as tarifas, entre elas a conta-covid e o reperfilamento do pagamento do financeiro da RBSE das transmissoras, colaborou para amenizar as tarifas e manter o reajuste em um dígito. 

Confira, nas tabelas, os novos índices:

Empresa

Consumidores residenciais - B1

Equatorial Alagoas

6,53%

Empresa

Classe de Consumo – Consumidores cativos

Baixa tensão
em média

Alta tensão
em média (indústrias)

Efeito Médio
para o consumidor

Equatorial Alagoas

7,02%

13,03%

8,62%


“A ANEEL e o Poder Concedente, em conjunto com as demais entidades setoriais e em diálogo com as empresas e associações, desenvolveram ações para mitigar parte do aumento tarifário que se observaria neste ano. O objetivo é preservar a capacidade de pagamento do consumidor e, por consequência, a sustentabilidade econômico-financeira da cadeia que compõe o setor elétrico”, disse a diretora Elisa Bastos, relatora do processo de reajuste da Equatorial Alagoas.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).