Gripe: Anvisa aprova nova vacina com 73% de eficácia

Publicado em 14/07/2026, às 10h16
Fluprevli combate cepas dos vírus influenza A e B - Foto: Agência Brasil
Fluprevli combate cepas dos vírus influenza A e B - Foto: Agência Brasil

Por Agência Brasil

A Anvisa aprovou o registro da vacina Fluprevli, um imunizante trivalente que visa prevenir a influenza em pessoas a partir de seis meses, com eficácia de até 73% em adultos e 65% em crianças.

A vacina demonstrou altas taxas de soroproteção e soroconversão, essenciais para garantir a proteção contra a doença, que é um problema de saúde pública e pode levar a complicações graves.

Para que a Fluprevli esteja disponível no SUS, ela precisa ser avaliada pela Conitec e aprovada pelo Ministério da Saúde, mas ainda não há uma data definida para essa avaliação.

Resumo gerado por IA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina Fluprevli, imunizante trivalente destinado à prevenção da influenza. 


A decisão foi publicada nessa segunda-feira (13) e autoriza o uso da vacina para a imunização ativa de pessoas a partir de seis meses de idade contra cepas dos vírus influenza A e B.


De acordo com a Anvisa, os resultados dos estudos clínicos apontaram eficácia de até 73% na prevenção da influenza em adultos e de até 65% em crianças.


As análises que subsidiaram o pedido de registro demonstraram elevadas taxas de soroproteção – quando o organismo apresenta níveis adequados de anticorpos no sangue – e de soroconversão, processo em que o sistema imunológico passa a produzir anticorpos detectáveis após vacinação ou infecção.


Doença
Considerada problema de saúde pública, a influenza é uma infecção viral respiratória. A doença está associada a surtos sazonais e pode provocar complicações que resultam em hospitalizações e mortes.


Os grupos considerados mais vulneráveis às formas graves da influenza são crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades, públicos já priorizados nas campanhas de vacinação.


Próximas etapas
Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Ministério da Saúde. Ainda não há data definida para esse processo.

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