Jacira Santanna, mãe do economista Gil do Vigor, relatou ter sido alvo de preconceito em um supermercado, onde uma funcionária presumiu que ela não poderia pagar por um vinho apenas pela aparência. O episódio gerou indignação em Gil, que questionou a discriminação baseada em aparência e condição social.
Jacira mencionou que já enfrentou situações semelhantes em outros estabelecimentos, destacando que o atendimento melhorou após a intervenção de outro funcionário. O ex-BBB criticou a ideia de que respeito deve ser condicionado a sinais de riqueza.
Gil decidiu retornar ao supermercado para dialogar com a gerência, buscando conscientizar sobre comportamentos que constrangem consumidores. Ele espera que o incidente promova uma mudança de atitude em relação ao atendimento a pessoas de diferentes origens e aparências.
A mãe do economista e ex-BBB Gil do Vigor, Jacira Santanna, relatou ter sido vítima de uma situação de preconceito durante uma ida ao supermercado. O episódio foi contado pelo próprio Gil nas redes sociais, onde ele demonstrou indignação com a forma como a mãe teria sido tratada por uma funcionária do estabelecimento.
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Segundo o relato, Jacira procurava um vinho e pediu ajuda para conferir o preço de uma das garrafas. Como estava sem os óculos, ela teria solicitado à funcionária que verificasse o valor. De acordo com Gil, porém, a mulher teria indicado que Jacira procurasse produtos em outra área, sob a justificativa de que os vinhos daquela seção eram mais caros.
A situação revoltou o ex-BBB, que questionou por que a funcionária teria presumido que sua mãe não poderia pagar pelos produtos apenas pela aparência.
Jacira também comentou o episódio e afirmou que situações semelhantes já teriam acontecido outras vezes em estabelecimentos comerciais. Segundo ela, após a funcionária se afastar, outro empregado do supermercado assumiu o atendimento e a tratou de maneira respeitosa.
"Eu já sou acostumada com essas coisas, essa não é a primeira vez. É roupa, é sapato", relatou Jacira.
Gil afirmou que decidiu voltar ao estabelecimento para conversar com a gerência. Segundo o economista, a intenção não era criar uma situação de confronto, mas chamar atenção para comportamentos que podem constranger consumidores e reforçar julgamentos baseados em aparência e condição social.
Em tom crítico, ele questionou a ideia de que uma pessoa precisaria demonstrar sinais de riqueza para ser tratada com respeito ao entrar em uma loja.
O ex-BBB também ampliou o debate para situações de discriminação enfrentadas por pessoas pretas em estabelecimentos comerciais. Para ele, o atendimento deveria ser igual para todos, independentemente da roupa, aparência ou suposto poder de compra.
Gil defendeu que o episódio sirva para estimular uma mudança de comportamento e afirmou que decidiu conversar sobre o ocorrido justamente para evitar que outras pessoas passem por situações semelhantes.
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