Comemora-se neste 22 de agosto o Dia do Folclore e, lamentavelmente, hoje em dia Alagoas pouco ou quase nada tem a comemorar em relação às nossas tradicionais manifestações populares.
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Pastoril, cavalhada, reisado, coco de roda, guerreiro e tantas outras dessas manifestações que representam nossa autêntica cultura vão fazendo parte do passado, virando saudade.
Até há alguns anos, as unidades de ensino, especialmente as públicas, tinham atuação marcante marcante na difusão do folclore alagoano, seja através do ensino, do apoio e da sua propagação junto à comunidade.
No ensino superior, a Universidade Federal de Alagoas marcou época, durante um bom período, com o "Pastoril da Ufal", formado por suas alunas e que se apresentava com frequência tanto em espaços fechados como em praça pública.
Hoje em dia, quem se propõe a esse papel de incentivo e divulgação divulgação do folclore, no âmbito do ensino superior, é o Cesmac.
Enquanto reverenciamos os folcloristas Théo Brandão, Major Bonifácio Silveira, Pedro Teixeira, Ranílson Franca, José Maria Teixeira da Rocha, temos de render homenagens à abnegação dos personagens simples que perpetuam a tradição do legítimo folclore de Alagoas e a figuras como Keyler Simões e Ivan Barsand, expressões maiores da Asfopal - Associação dos Folguedos Populares de Alagoas.
São verdadeiros heróis da resistência da cultura e do folclore no Estado.
O mais é apenas saudade e lembrança de bons e saudosos tempos...
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